Marcos escreve carta para Emilly, publica nas redes sociais e choca internautas! LEIA A CARTA!



Entre tapas e beijos, é assim que se resume o casal do último BigBrotherBrasil (edição 17). Emilly e Marcos viveram muitos episódios dento da casa mais vigiada do Brasil. Porém, no final do reality show,  muitos pontos não foram colocados. Diante disso, o médico, Marcos, resolveu escrever uma carta para sua “ex-amada” e divulgar nas redes sociais. A carta causou muita polêmica e chocou os internautas. A CARTA “Meu nome é Marcos de Oliveira Harter, gaúcho, nascido em Porto Alegre, médico, cirurgião plástico. Fui criado com princípios, os quais defendi durante toda a minha participação no #BBB17 e defenderei pelo resto da minha vida: a retidão de caráter e o compromisso com a verdade. Juro pelo que tenho de mais importante em minha vida - a minha família - que aquilo que aqui escrevo é a mais pura verdade. Não há mais como suportar as pessoas sofrendo pelo destino de um relacionamento sem entender de fato o que aconteceu. O Brasil, farto de mentiras em várias esferas, merece saber a verdade, pois, mesmo que doa a curto prazo, será sempre o melhor caminho a longo prazo. Esta é uma carta que eu começo chorando e talvez, ao final, muita gente faça o mesmo. Inscrevi-me no BBB com o objetivo de passar uma mensagem. Lembro-me de ter chamado muito a atenção da produção do programa na fase de entrevistas. Perguntavam o porquê de alguém querer entrar no programa sem ter o prêmio de um milhão e meio como o seu objetivo principal. Sim, é verdade. O prêmio em dinheiro era, para mim, nada mais do que uma consequência da missão que eu teria lá dentro, tal como eu penso aqui fora: dinheiro é consequência. Nas primeiras horas dentro da casa conheci Emilly e Mayla, na beira da piscina, atrás da mesma espreguiçadeira na qual Emily estava deitava quando a vi pela última vez, antes de ir embora. Recordo-me de que, inicialmente, achei elas muito parecidas, mas logo fui me atentando aos detalhes. Apesar de possuírem a mesma carga genética e, fenotipicamente, expressarem-se quase como clones, cada uma tem a sua alma, e aquela que vislumbrei ser a minha gêmea era a que tinha uma mancha na têmpora esquerda. E logo Emily me contou a sua história. Emilly... Você vinha de Eldorado do Sul, cidade próxima a Porto Alegre, onde eu aprendi a dirigir. Lembra? Sua mãe havia falecido há menos de um mês no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Durante minha formação médica, fiz estágio neste mesmo hospital e, por ter tido contato com muitos familiares de pacientes, sabia exatamente o trauma psicológico pelo qual vocês acabavam de passar. Suas histórias eram tristes e, ao mesmo tempo, engraçadas: Balneário Camboriú com 10 reais no bolso; os 20 reais que você achou no chão, juntou com mais 50 que você tinha e comprou um vestido que queria muito... Confesso que sentia uma peninha, mas ao mesmo tempo brotava algo que, na minha opinião, é o primeiro passo na construção de um relacionamento: a admiração. E não apenas pela sua beleza, mas pelo seu modo aventureiro de levar a vida. Conheço um cara assim… Não precisei de muitos dias na casa para entender a minha missão ali. Sensibilizei-me com a sua história e determinei-me a fazer o possível e o impossível para conduzi-la até a grande final. Eu só não contava com uma coisa: existia um espacinho em meu coração que era exatamente do seu tamanho! E assim a nossa história começou… No começo você não me dava bola, mas quando o Doc aqui quer, ele vai até o final. É possível "ficar" sem beijar? Sim! Lembra da primeira noite que viramos juntos? Você me contou de uma luz cor de rosa que saía de dentro de você no centro espírita. Ali comecei a acreditar na sua iluminação. Lembra do café da manhã naquele dia? O único ovo que tínhamos estava podre e você acabou fazendo arroz pra gente comer às 7h da manhã! Que amor… Na pobreza já dava para ver a sua parceria, faltava ver na riqueza ou na iminência dela. Acredito que uma das melhores maneiras de trazer uma pessoa para perto de si é dando carinho, e assim eu fiz com você. Dei-lhe flores todos os dias, até que a produção pediu para eu não arrancar mais as flores do jardim. Nas férias eu sempre era acordado por minha mãe com caldinho de feijão na cama. Entende agora a forma de carinho que eu queria transmitir a você? Daí veio a primeira massagem… Hummm… Beijos no pezinho… E como era gostoso ouvir aquele uivo do lobisomem durante aquela prova do anjo… Não via a hora de dormir juntinho de você! Nem que fosse em camas separadas, mas de mãos dadas e com o meu braço apoiado na gaveta aberta do criado mudo… kkk Que cena! Com o tempo, notei que você, quando cansada, dormia facilmente deitada em mim. Era como se eu fosse a tua concha, e isso é muito bonito porque significa: "eu me sinto seguro com você". E como era bom dormir abraçadinho! Lembra que eu chegava a acordar com o braço formigando de tanto tempo abraçado em você? É óbvio que você não vai saber, mas se ver os vídeos aqui fora vai descobrir uma noite no México na qual eu praticamente amanheci fazendo carinho no seu rosto. Curti todas as noites que dormi com você, inclusive aquela na qual você exagerou com o baldinho e, por ironia do destino, tivemos que dormir com outro balde na cama. E na hora de acordar? Para mim já era automático, tapava seus olhos e seus ouvidos, porque princesas jamais devem acordar daquela maneira. O clima era tenso tanto para mim quanto para você. Você cuidava de mim e eu de você. À medida que o tempo passava eu conhecia você, curtia você e cada vez mais eu me apaixonava por você. Ao ponto, inclusive, de não a ver mais como adversária, e você sempre soube disso. Várias vezes tive vontade de ir embora dali com você. Lembra que cheguei a convidá-la algumas vezes a irmos embora? Sabia que o prêmio era muito importante para você, mas ao mesmo tempo tinha a nítida noção de que o que eu poderia dar a você aqui fora não tinha preço. Os dias foram passando e eu fui vivendo uma das mais incríveis histórias de amor da minha vida. Cientificamente, a ideia de avaliar o comportamento de seres humanos mediante confinamento sempre me pareceu fantástica. Fazer parte da experiência fazia tudo ser sensacional, pois provaria para mim mesmo e para um país inteiro que o amor verdadeiro pode existir sim, mesmo em condições laboratoriais. Durante boa parte do programa eu agi com a razão. Fui autêntico o máximo que eu pude. Acertei. Cometi erros. Pedi perdão por eles. Fui solícito com todos. Elogiei atitudes e participantes sem medo de que isso pudesse beneficiar alguém no jogo. Questionei o que achei errado e sempre estendi a mão para quem me pedisse ou para quem eu julgasse que precisava de ajuda. Atuei sempre com honestidade do princípio ao fim. Tive coragem de enfrentar gente muito grande. Defendi com todas as minhas forças a prevalência da verdade e da retidão de caráter. Mas teve um momento em que passei a agir com o coração, e, inclusive, verbalizei essa minha decisão em um raio-x. Os problemas que muitos apontavam em você, Emilly, eu também via. Atitudes de egoísmo, soberba, deslumbramento não passavam despercebidas por mim. O carinho que eu sentia por você era verdadeiro e intenso, mas mesmo assim não me tirou a capacidade de discernir entre o certo e o errado. Quando vi você tomando as mesmas atitudes de pessoas que eu já havia questionado, tive a sensação de ter chegado a uma grande encruzilhada: manter a razão e julgá-la por erros também cometidos pelos outros ou passar a agir pela emoção e defender quem estava dentro do meu coração? Assim eu fiz: desde o primeiro até o último paredão, defendi você com unhas e dentes. Era tudo muito intenso e muitas vezes me via confuso. Às vezes me sentia seu namorado, outras, seu pai, seu irmão, ou seu amigo… Mas o importante é que nunca me senti seu adversário, pois o meu sentimento por você sempre esteve acima de qualquer atitude pela qual você poderia ser julgada. Essa é uma grande demonstração do quanto eu gostava de você e você não percebia. Minha decepção começou a se instalar quando vi que as amizades que eu achava que estava construindo ali, me pareciam não tão sólidas como eu pensava. Perder o Ilmar como aliado no jogo me deixou bastante abalado. Nossa ideia de irmos nós 3 até a grande final e deixar o público decidir parecia perfeita, mas o tempo me mostrou que esse pensamento não era compartilhado por nós três. Na reta final, nos vimos novamente sob a ameaça de sermos emparedados. Não nos "acadelamos" e lutamos feito guerreiros para que isso não ocorresse. Ao ser desclassificado da última prova de resistência, sentei no gramado e ali fiquei por 12 horas. Meus gritos e assovios ecoaram pelo PROJAC. Sabia que minha voz em seus ouvidos lhe daria garra para vencer aquela prova. E como fiquei feliz e orgulhoso quando você voltou com a vitória nas mãos. A última chance de sermos emparedados, um contra o outro não existia mais! Com muita coragem enfrentei e voltei do paredão com Marinalva com 77% de aprovação. Nossa batalha, nossa união, nosso relacionamento, nossas conquistas tornavam-se épicas. Ajoelhei com você diante da bandeira deste país que tanto amo para agradecer os votos da nação. E foi ali que você cometeu um dos seus maiores erros dentro do programa: ao ouvir minha torcida gritar "É campeão!", passou a me ver como alguém que eu nunca tinha sido para você: um adversário. Ahhh… Picinho… São tantas coisas que eu sei e não queria saber… Ou será que você esqueceu que eu "fui programado para desconfiar"? Sei porque você passou a me olhar de modo diferente a partir do momento em que ouviu minha torcida gritar: "É campeão!" Seu olhar surpreso estava de acordo com as atitudes que viria a tomar nas 24 horas seguintes… Sei porque você insistia em não me contar porque tanto lhe chamavam no confessionario no decorrer de domingo… Sei porque na segunda-feira, 10/04, dia de minha eliminação, você estava tão distante de mim… Sei porque você pediu e foi várias vezes ao confessionário… Sei porque você me perguntou o que seria considerado como uma agressão física na mesa enquanto eu esculpia o mascote do programa em um bloco de sabão. Na segunda-feira, dia de minha eliminação, ao sair do confessionário pela última vez, você veio até mim na cozinha e me encontrou lavando a

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